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Artistas transformistas driblam a crise com lives

Genilson Coutinho,
17/07/2020 | 16h07
Tereza Skyper Umas estrelas do palco do Carnem Bar

A chegada da pandemia e o fechamentos das casas de shows, boates e animações, ocupadas pelas estrelas da arte transformista de Salvador, deixaram as artistas longe dos palcos e das fontes de renda de muitas delas, quem tem como único meio de sobrevivência os cachês que recebem pelos shows e performances, e que variam de R$ 100 a R$ 1.000, dependendo do acordo e do tipo do evento. E esses valores podem ainda variar de artista para artista.
Mas, além do talento, o que não falta é criatividade para não deixar a peteca cair durante esse tempo de distanciamento social. Muitas artistas encontram nos filões das lives um caminho para ganhar seus cachês, com shows interativos transmitidos em várias plataformas, mas, principalmente no Instagram. Dentre essas estrelas estão Aimée e Spadina, que juntas movimentam a rede e recebem valores por meio do pic pay ou depósitos em conta corrente. Os eventos são uma espécie de “quanto vale o show”. Quem segue neste mesmo formato são as divas que se apresentam nos palcos das casas badaladas da CG. O Âncora do Marujo, que tem apresentado um time de divas da casa, e o Carmen Lounge Bar, o mais novo point da arte drag, que tem desenvolvido trabalhos maravilhosos, garantindo os cachês das artistas na “cubuca online”, uma espécie de “passar o chapéu” entre o público. Já Sangalo apostou por um novo formato, em que ela realiza a live, e o público pode comprar um número e concorrer a diversos prêmios, que vão de um kit de perfume a uma peruca. Essa forma vem fazendo sucesso entre os fãs de Sangalo.
E para participar e apoiar a arte drag, basta seguir os perfis no Instagram e acessar os shows!

https://www.instagram.com/tv/CChW3xqFIrK/?igshid=gl1zagcceefd
https://www.instagram.com/p/B-e8zMGlhRU/?igshid=15j441je74898