A arte do transformismo movimentou o ano de 2015 em Salvador

Final do concurso Talento Marujo 2015/ Foto: Genilson Coutinho
Retrospectiva 2015
O ano de 2015 já está chegando ao fim, mas muitas coisas boas ficaram na memória do público que lotou os espaço Light’s para prestigiar os espetáculos comandados pelos artistas transformistas de Salvador, que ganharam corpo, novos espaços e novos admiradores da arte do transformismo.

Ferah no palco do Espaço da Barroquinha/ Foto: Genilson Coutinho
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Dentre eles selecionamos alguns espetáculos que fizeram a cena tremer na cidade, como o Festival Drag Queen, idealizado pela fotógrafa Andrea Maganoni, o Talento Marujo 2015, que fechou no palco do Espaço Cultural da Barroquinha. No mesmo espaço, quem abalou as estrutura foi Ferah Sachene, com seu aplaudidíssimo Toda Menina Baiana, que reuniu a musicalidade baiana e as referências ao universo da cultura de matriz africana. Outra baiana que abusou do talento e carisma foi a diva Rainha Loulou, que comandou com maestria o Vale Tudo, tudo dentro do projeto Som e Fúria no palco do teatro Gregório de Matos, com direção de Jorge Alençar . Já no Marujo, Scher Marie retornou com o babadeiro concurso Garota Marujo, para a alegria das meninas e do público da casa. Ainda no Marujo, Bia comandou vários especiais e fechou o ano com o Chá da Bia ao lado de grandes divas da cena LGBT . A outra novidade do ano foi a estréia de Shade nas noites de quinta, no Amsterdam pop club, que promoveu grandes duelos entre atores transformistas, e criando um novo dia para diversão na cidade.

Shade agitou a cena da Amsterdam Pop Club/ Foto: Genilson Coutinho
Estes foram alguns dos muitos espetáculos que contribuíram para valorizar a vida e a cena LGBT na Grande Salvador, principalmente nos novos espaços ocupados pela arte do transformismo.

Lotaçaõ nos principais eventos LGBTs / Foto: Genilson Coutinho