1º Congresso Internacional de Educação para a Paz e a Não-Violência
No próximo dia 28 de agosto, das 18h30 às 20h, vai acontecer o encontro on-line do pré-congresso “ A mídia e as redes sociais no processo de socialização para a cultura da paz e não violência – o combate a violência verbal” com os painelistas: Bárbara Tomiatti Giancola e Hanayana Brandão. Uma preparação para o 1º Congresso Internacional de Educação para a Paz e a Não-Violência (www.congressoedupaz.com.br), dias 21 a 23 de setembro com o objetivo de compartilhar modelos teóricos e práticos e desenvolver uma estratégia de ação conjunta. O Congresso será on-line, sendo que sua abertura será também presencial em algumas capitais como Salvador, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul
Na semana do congresso junto a UNIJORGE, UNIPA, Rotary e outras organizações locais será realizada a “Semana da Paz” em Salvador. O Congresso está voltado para todas as pessoas que anseiam um mundo mais diverso e inclusivo. Estudantes, professores do ensino público estadual, ensino particular , como também empresas e organizações do terceiro setor voltadas para comunicação, cidadania e direitos humanos são essenciais para a realização do legado para as presentes e futuras gerações.
Mãos para a Paz
Para se fazer presente, a paz precisa de mãos comprometidas com a sua construção e continuidade. E foi com este propósito que um grupo de educadores e terapeutas de vários países como Brasil, Portugal e Israel, se uniram para entender as grandes mudanças que estão ocorrendo no mundo, atuando de forma eficaz para combater o ódio, a xenofobia e a violência gerados por um discurso da “ideologia do medo”. Segundo David Windholz, fundador da Organização da Sociedade Civil Mãos Para a Paz e Presidente 1º Congresso Internacional de Educação para a Paz e a Não-Violência, é vital investir no desenvolvimento da sociedade pluralista e democrática, na qual todos os seus membros possam se sentir incluídos, seja qual for sua ordem religiosa, étnica, racial ou de gênero. Empatia, reconciliação, cooperação e amor são as palavras chaves deste processo.
“Vivemos num momento de extrema violência social, polarização política e barbárie, causando instabilidade, rompimento entre pessoas de uma mesma família, comunidade ou nação, afetando principalmente as novas gerações. Precisamos ser ativos e coesos na transformação social que só se consegue com muita união de propósitos e tenacidade”, acrescenta David Windholz. Metodologias educacionais de estão de conflitos, exercício do diálogo com pensamento e cidadania crítica serão um dos assuntos abordados e aprofundados na “Maratona Educacional da Primavera” nos dias 21 a 23 de setembro, de forma presencial e remota com tradução simultânea nos idiomas inglês, espanhol e português.