| Manual do sexo anal
A prática do sexo anal pode ser uma forma muito prazerosa de inovar na cama. E cada vez mais com freqüência faz parte das relações sexuais dos baianos.
No programa “Rita Para Maiores” da Rádio Metrópole os ouvintes do último programa que vai ao ar todas as quinta-feiras às 22 h , quando não tem uma pelada no meio (Um jogo) só queriam saber deste manual do sexo anal. Comentado e cobiçado por milhares de ouvintes sedentos por sexo, que ligam para Rita Batista, mandam e-mails cobrando esse danado do manual.
Éis que o tão desejado manual está aqui disponibilizado para todos cedido gentilmente por nossa querida Rita Batista. Esse assunto já ganhou página na internet, uma revista masculina deste ensina aos leitores as diversas maneiras de convencerem suas parceiras na hora "H".
Veja no final desta matéria o link.
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O Manual
O sexo anal feito com quem amamos e com jeitinho é muito gostoso e nada doloroso. A pessoa deve estar bem relaxada para a penetração não ser dolorosa. Há paradigmas em nossa sociedade de que o sexo anal é doloroso e sujo. A cultura ocidental, influenciada pela Igreja Católica, sempre marcou o sexo anal como antinatural. Isso porque não serve para à reprodução da espécie, o sexo anal tem como único objetivo o prazer.
O corpo humano possui dois músculos circulares que fazem com que o orifício anal se contraia e relaxe. O primeiro esfíncter fica na entrada do reto e o segundo uns três centímetros mais para dentro. Ao contrário da vagina que é bastante elástica e possui baixa sensibilidade, esses esfíncteres são cheios de terminais nervosos, tornando-os extremamente sensíveis.
As técnicas
Bom, primeiro: os dois devem conviver com a possibilidade de algum escape. Sexo anal, perpassa a sensação de nojo. o cocô pode surgir. Segundo: lubrificação e proteção: exagere no ky ou qualquer outro a base de água e em um anestésico local - tipo xylocaína. Camisinha, fininha, mas camisinha!!! Brinquem muito. No início quando estiverem transando, deixe que ele coloque um dedo - o polegar de preferência, a similaridade com a cabeça do pênis (salvaguardada as proporções) favorece as sensações. UNHAS CORTADAS E LIXADAS, HEIN?! Você deve estar excitada e disposta a dar, vá tentando. Não precisa ter a relação toda de uma vez, faça disso a " brincadeirinha" do casal. O pênis deve virar um parafuso - Lembre a ele que não é uma vagina! Comecem de ladinho, de quatro só depois, mesmo assim apoiado em algum lugar (Você de joelhos no chão, abraçando a cama, por exemplo). Usar a língua - O ato de lamber ou chupar o ânus é chamado cientifica-mente de "annilingus". Isso provoca qualquer pessoa e a deixa “morrendo de tesão”. Quando for “botar”, use mais K.Y., pois, quanto mais lubrificado, melhor. Relaxe, respire e não vá além da sua resistência! Todo mundo consegue, inclusive você!
Sexo anal faz mal à saúde?
Não, desde que alguns cuidados sejam tomados. A prática de sexo anal provoca microcortes na mucosa que reveste o anus, que podem ser portas de entrada para vírus e bactérias. Essas pequenas lesões se cicatrizam naturalmente dentro de dois ou três dias. Ou seja, este intervalo mínimo deve ser respeitado para evitar lesões e infecções.
Também existe uma preocupação quanto à dilatação da musculatura do esfíncter anal que poderia causar incontinência fecal. Neste caso também é válida a recomendação do intervalo mínimo para praticar sexo anal, a qual respeitada, garante a plena recuperação e manutenção da musculatura.
Cuidados de higiene necessários ao sexo anal
É preciso ter alguns cuidados para evitar que o pênis transporte para a vagina as bactérias que habitam o ânus. O principal cuidado é o uso de preservativo.
Após o sexo anal, é necessário retirar a camisinha e colocar outra nova caso queiram fazer penetração vaginal. Caso contrário, as bactérias que sobrevivem no ânus sem causar danos à saúde podem provocar infecções sérias após serem transportadas pelo pênis até a vagina.
Sexo anal causa hemorróidas?
Não. Isto é um mito. As hemorróidas são veias (varizes) que são causadas por outros fatores.
No entanto, é importante salientar que, se o sexo anal for feito no período de inflamação, sem dúvida agravará o quadro, além de provocar muita dor. Em outros momentos, pode ser feito.
Sexo anal com menos dor e mais prazer
Existe uma técnica: em vez de partir direto para a penetração do pênis, o parceiro introduz primeiro o dedo. Depois é que vem a penetração. A introdução do dedo faz com que o esfíncter (músculo que circunda a entrada do ânus) se contraia e, nos instantes seguintes, relaxe. Essa é a hora ideal para a penetração peniana ocorrer com mais facilidade e de forma mais prazerosa.
O uso de lubrificante é essencial. O ânus não produz uma lubrificação natural, como ocorre com a vagina quando a mulher está excitada. Sem a lubrificação, o atrito do pênis com o órgão causa uma sensação de incômodo e não de prazer. Por isso, é importante usar um gel lubrificante. Dê preferência aos produtos à base de água, pois eles podem ser usados com a camisinha, sem danificá-la.
Qual a melhor posição para o sexo anal?
A melhor posição é aquela em que a pessoa sinta-se mais confortável e relaxada. De joelhos apoiada nos braços, a tradicional "de quatro" (de joelhos, com os braços esticados e as mãos apoiadas na cama), deitada de bruços com travesseiros ou almofadas sob a barriga para levantar a parte inferior do corpo. Tudo depende da combinação entre os parceiros.
É possível ter prazer ou mesmo chegar ao orgasmo com o sexo anal?
Sexo anal pode ser igualmente prazeroso para homens e mulheres. No caso das mulheres, o parceiro ou ela mesma pode estimular o clitóris simultaneamente à penetração anal para aumentar o prazer. A região anal é cheia de terminações nervosas e muito sensível aos toques eróticos. Qualquer tipo de carícia no ânus pode ser extremamente prazerosa. Mas isso se a pessoa estiver excitada e relaxada, fator fundamental para que a penetração não seja dolorosa.
Fonte:
www.bancodesaude.com.br/sexo/sexo-anal
Veja esse link do portal terra http://www.terra.com.br/sexo/infograficos/sexoanal/brinquedinhos.htm
e mais...
Pesquisadores americanos descobriram um anticorpo que impede o HIV de entrar nas células e destruí-las.
Pesquisadores americanos descobriram um anticorpo que impede o HIV de entrar nas células e destruí-las. O vírus ataca células de defesa. O que torna o HIV tão poderoso é sua capacidade de mutação: 162 variações. O anticorpo descoberto parece funcionar contra 120 das mutações do vírus. O segredo desta nova arma é atacar o HIV em uma parte que se mantém igual quando ele se modifica. O próximo passo deve ser a fabricação de uma vacina a partir do anticorpo, o que não deve ser para agora. Carlos Brittes, especialista no assunto, diz que “essa é mais uma peça no quebra-cabeça, que vai ajudar a entender melhor a defesa do corpo".
Outros...
Cientistas podem estar no caminho para vacina anti-HIV
A revista "Science" publicou nesta quinta, 03, um artigo revelando que cientistas norte-americanos encontrou anticorpos que ajudam o organismo a combater o vírus da Aids. Um homem africano soropositivo doou o material que foi usado no início do estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Scripps, na Califórnia.
Em seguida, 1,8 mil pacientes da Tailândia, Reino Unido, Austrália Estados Unidos e países da África subsaariana foram analisados. Os estudiosos identificaram dois anticorpos até então desconhecidos e que podem ser um novo caminho para uma possível vacina contra a doença.
Segundo a pesquisa, os anticorpos PG9 e PG16 são poderosos no combate ao vírus e podem bloquear vários subtipos do HIV.
DSTs atingem mais de 10 milhões de brasileiros, diz Ministério da Saúde
18% dos homens e 11,4% das mulheres não procuram tratamento.
Pesquisa sobre doenças sexualmente transmissíveis saiu nesta terça-feira.
Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (18) pelo Ministério da Saúde mostra que 10,3 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis, HPV, gonorréia e herpes genital. São, no total, 6,6 milhões de homens e 3,7 milhões de mulheres. Segundo o órgão, 18% dos homens e 11,4% das mulheres não procuram nenhum tipo de tratamento.
As complicações dessas doenças aumentam em 18 vezes o risco de infecção pelo vírus HIV, diz a pesquisa.
De acordo com o ministério, a região Norte tem o maior percentual de homens (24,6%) que tiveram algum tipo de DST. Em outras regiões, diz o órgão, o número não passa de 20%. Quando o recorte é feito por raça, a pesquisa mostra que o total de homens negros (19%) que relataram sintomas é maior do que entre os brancos (13,8%).
A pesquisa ainda mostra que homens têm 31,2% mais chance de ter algum sinal ou sintoma de DST em alguma fase da vida. Manter relação com parceiro do mesmo sexo, de acordo com o ministério, mais do que dobra a possibilidade de ter algum sinal relacionado a doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com a diretora do Departamento de DST/Aids do ministério, Mariângela Simão, "provavelmente" o maior número de casos é entre homens, mesmo que não seja possível quantificar.
Os números mostram também que pessoas que já tiveram mais de 10 parceiros na vida têm 65% mais chance de ter algum antecedente relacionado às DSTs.
Segundo Mariângela, apenas 30% das pessoas que procuram o serviço de saúde são orientadas para fazer o teste de HIV, e, no caso da sífilis, esse número cai para 24%.
O levantamento, chamado de Pesquisa de Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids na População Brasileira de 15 a 64 anos, foi feito em novembro de 2008 e ouviu 8 mil pessoas. Os dados foram todos coletados por autodeclaração dos ouvidos.
"Estamos falando de doenças que, na maior parte dos casos, têm cura, mas ainda estão fortemente presentes na sociedade", afirmou o ministro José Gomes Temporão.
Automedicação
Segundo o Ministério da Saúde, a automedicação por parte dos homens preocupa. Das mulheres, 99% que tiveram algum sintoma de DSTs procuram primeiro um médico; entre os homens, 25% procuram primeiro uma farmácia.
Para ajudar na prevenção, o ministério lançou nesta terça uma campanha de prevenção às DSTs, voltada especialmente para homens com menor escolaridade. Cantores sertanejos gravaram uma música que será usada no programa e cartazes, folderes e postais serão distribuídos.
A ideia é distribuir esse material inclusive em banheiros de bares e restaurantes, e as pessoas devem ser incentivadas a contar a seus parceiros que têm ou tiveram uma DST. "Para romper essa cadeia de transmissão, a outra pessoa precisa saber", disse Mariângela.
Reprodução
G1
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