"7 Conto – A Comédia" de volta a Salvador

Depois de mais de dois anos sem se apresentar em Salvador, o ator baiano Luis Miranda reestreia, no dia 10 de setembro [sexta-feira], às 22h, a peça 7 Conto – A Comédia, no Teatro Jorge Amado. Sob a direção de Ingrid Guimarães e com texto do próprio Luis Miranda, 7 Conto – A Comédia é um espetáculo que aponta, de uma maneira bem humorada, as diferenças do Brasil através de sete personagens completamente engraçados. Com piadas inéditas e figurino novo criado pela estilista Kitty Cohin, Luis traz ainda mais uma novidade para essa temporada: o público que for assistir à peça poderá comprar camisetas do espetáculo criadas pelo estilista Alexandre Herchcovitch. A peça 7 Conto – A Comédia fica em cartaz até 21 de novembro, no teatro Jorge Amado, sempre às sextas e aos sábados, às 22h, e aos domingos, às 20h. Os ingressos já estão à venda na bilheteria no teatro.
*Crédito das fotos: Alba Vasconcelos
Informações à imprensa:
Fernanda Miranda
Via Press Comunicação
71. 3505.0004/ 8224.7232
Serviço:
O que? 7 Conto – A Comédia
Quando? De 10 de setembro a 21 de novembro. Sextas e sábados, às 22h, domingos, às 20h
Onde? Teatro Jorge Amado
Quanto? R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia)
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Frank Menezes volta com “O Indignado” em versão
atualizada

O ator Frank Menezes comemora três anos de sucesso de sua stand up comedy “O Indignado” em duas únicas apresentações na Sala Principal do Teatro Castro Alves (TCA), nos dias 28 de agosto, sábado, às 21 horas, e 29, domingo, às 20 horas, com ingressos (inteira) a R$ 20. Com direção de Fernando Guerreiro, “O Indignado” lança provocações contra a falta de vergonha e de educação de algumas rodas sociais, políticas e econômicas, sempre tratando de assuntos emergentes na sociedade.
Frank retoma “O Indignado” após ter concluído sua participação no filme “Quincas Berro D’Água”, baseado no famoso romance de Jorge Amado “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água”.
A comédia conta com a assistência de direção de Maick Barreto, direção de produção de Edyna Pereira da Canto Claro Produções, fotografia de Sora Maia, projeto gráfico do Lado B Propaganda, elaboração de peças audiovisuais da Lisboa Produções, produção executiva de Solange Ferreira (controller) e contra-regragem de Cosme dos Santos.
Serviço:
O Indignado
Elenco: Frank Menezes
Direção: Fernando Guerreiro
Texto: Cláudio Simões e Djaman Barbosa
Quando: 28 de agosto/21 horas; 29 de agosto/20 horas
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação: 16 anos
Musical A Gente Canta Padilha estreia no
Teatro Martim Gonçalves

Peça investiga transformação da personagem histórica Doña María de Padilla na entidade da umbanda brasileira Maria Padilha.
Adepto da tendência em arte de exibir a público montagens cênicas em processo de construção, o premiado ator, diretor e pesquisador Armindo Bião traz à cena o espetáculo musical de teatro de cordel A Gente Canta Padilha, a frente de um numeroso elenco de intérpretes, no Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA, no Canela), de 26 de agosto a 5 de setembro, com as apresentações de quinta-feira a domingo, sempre às 20h, com entrada franca e distribuição de senhas a partir das 19h na bilheteria.
Em sua primeira temporada, de caráter experimental, A Gente Canta Padilha pretende abrir-se à conversação com o público, após cada apresentação, como parte de seu método de montagem cênico-musical e de seu perfil de pesquisa ao mesmo tempo histórica, literária e artística. O espetáculo que deve aceitar convite para apresentar-se no Festival de Guaramiranga, no Ceará, trata da possível transformação de uma personagem histórica do séc. XIV espanhol, Doña María de Padilla, na entidade da umbanda brasileira contemporânea, Maria Padilha.
Ao longo de oito quadros, a ação da peça acontece na atualidade e em outros momentos da história, passando por três continentes, Europa, África e América do Sul, especificamente pela Espanha, Portugal, França, Angola e Brasil. O mais antigo desses períodos históricos é o do século XIV, com a dramatização de fatos passados no então reino de Castela e Leão, particularmente na cidade andalusa de Sevilha.
Em seguida, tendo como referência os séculos XV e XVI, ocorre a teatralização de narrativas cantadas do romancero viejo español. Os séculos XVII e XVIII são abordados com a encenação de fragmentos de autos-da-fé da Inquisição na península ibérica e seu alcance até Angola e Brasil. O século XIX é tratado com trechos da famosa ópera Carmen, baseada na novela de Prosper Mérimée, e uma referência poético-musical de Victor Hugo. Já o século XX é encenado com a adaptação teatral do folheto de cordel O encontro de Lampião com a Negra De Um Peito Só, de José Costa Leite.
Inspiração no teatro de cordel de João Augusto
Resultado de um projeto de pesquisa apoiado pelo CNPq e pela UFBA, tendo, como principais autores de referência, Roberto Motta (1990), Marlyse Meyer (1993), Monique Augras (2001, 2009) e Carlos Ros (2003), A Gente Canta Padilha se inspira no teatro de cordel de João Augusto Azevedo, encenador líder do Teatro Vila Velha, de Salvador, nos anos 1960 e 1970. Do ponto de vista de técnicas teatrais, o espetáculo também se baseia nas proposições de Stanislavski e Brecht, particularmente da maneira em que foram tratadas pelo teatro de cordel baiano e pelo Teatro de Arena de São Paulo, também dos anos 1960 e 1970, quando foram encenados os célebres Arena canta Zumbi, Arena canta Bahia e Arena canta Tiradentes. O recurso ao método do coringa, proposto por Augusto Boal, com diversos atores interpretando uma mesma personagem, por exemplo, é uma das características de A Gente Canta Padilha.
Música acústica e ao vivo
Do ponto de vista musical, o espetáculo faz a opção pela música acústica, sempre executada ao vivo pelo próprio elenco, sem qualquer intervenção de sonoplastia gravada mecânica e é bastante eclético, como sugere a grande diversidade de materiais dramatúrgicos, períodos históricos e ambientação geográfica. No entanto, um marco musical fundamental é o dos padrões clássicos da cantoria nordestina, que aparece, de modo recorrente, na abertura e conclusão da montagem, assim como em cada momento de transição. Na forma de quadras e sextilhas de sete sílabas, com rimas nos versos pares, o texto poético de Armindo Bião foi musicado pelo elenco, com a expressiva participação dos músicos Thales Branche, Fao Miranda, Marcelo Jardim e Luciano Salvador Bahia. Os outros marcos musicais do espetáculo são o romanceiro ibérico, o canto andaluz, o samba de roda do Recôncavo baiano, a habanera operística, a canção francesa do tipo chansonnière, e os pontos da umbanda brasileira.
Serviço:
Espetáculo musical : A Gente Canta Padilha
Teatro Martim Gonçalves (Escola de Teatro da UFBA, Avenida Araújo Pinho, nº 292, Canela, CEP 40110-150, Salvador BA, Telefone – 71 3283-7853)
Temporada experimental gratuita (senhas a partir das 19h na bilheteria do teatro) – de quinta-feira a domingo, de 26 de agosto a 5 de setembro, às 20h
Blog do espetáculo – www.cantapadilha.blogspot.com
Ficha técnica
Dramaturgia e encenação – Armindo Bião
Assistência de encenação – Marconi Araponga
Direção musical – Luciano Salvador Bahia
Arranjos musicais – Fao Miranda, Marcelo Jardim, Thales Branche e elenco
Preparação vocal – Fao Miranda
Iluminação – Eduardo Tudella
Coreografia – Daniel Moura
Elenco – Alam Félix, Elmir Mateus, Fao Miranda, Gil Teixeira (ganhador de dois Troféus Braskem), Indaiá Oliveira, Karol Senna, Lipe Dias, Rosa Adelina, Sara Jobard e Thales Branche
Ambientação e caracterização – Armindo Bião
Objetos de cena e cenotécnica – AC Costa
Marcenaria – Ademir Ferreira França e Reinaldo de Jesus
Saias – Bianca Cacciola (Paris FR) e Dandara Baldez (Salvador BA)
Costura – Ceomara Falcão
Operação de luz – Luís Alberto Gonçalves e Moisés Vitório
Identidade visual – Alex Souza
Assessoria de imprensa – Fátima Barretto
Fotos – Alessandra Nohvais
Produção executiva – Indaiá Oliveira
Assistência de produção – Marconi Araponga
Produção – Armindo Bião
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